sábado, 17 de maio de 2008

...de repente

E de repente, como se ele nunca tivesse me colocado no colo, me feito dormir, já não nos conhecemos, somos estranhos, somos um e nada.
O mais confuso é não saber onde termino ou começo ou onde ele começa ou termina. Talvez por que não começamos ou terminamos sozinhos, mas juntos. E mesmo tendo plena convicção disso, insistimos em continuar assim...indo a lugar nenhum.
Pois não vou sem ele,
ele não vai sem mim,
nos escondemos e nos encontramos um no outro.
Ah! O "de repente", se não fosse ele...
Se eu pudesse, só lhe pediria um colo meu pai.

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