terça-feira, 27 de janeiro de 2009

As borboletas e seu casulo.

"Duas lagartas teceram cada uma seu casulo. Naquele ambiente protegido, foram transformadas em belíssimas borboletas. quando estavam prestes a sair e voar livremente, vieram as ponderações. Uma bosrboleta, sentindo-se frágil, pensou consigo: "A vida lá fora tem muitos perigos. Poderei ser despedaçada e comida por um pássaro. E mesmo se um predador não me atacar, poderei sofrer com as tempestades, Um raio poderá me atingir. As chuvas poderão colabar minhas asas, levando-me a tombar no chão. Além disso a primavera está acabando, e se faltar o néctar? Quem irá me socorrer?". Os riscos de fato eram muitos, e a pequena borboleta tinha suas razões. Amendrontada, resolveu não partir. Ficou no seu protegido casulo, mas como não tinha como sobreviver, morreu de um modo triste, desnutrida, desidratada e, pior ainda, enclausurada pelo mundo que tecera.
A outra borboleta também ficou apreesiva; tinha medo do mundo lá fora, sabia que muitas borboletas não duravam um dia fora do casulo, mas amou a liberdade mais do que os acidentes que viriam. E assim, partiu. Voou em direção a todos os perigos. Preferiu ser uma caminhante em busca da única coisa que determinavaa sua essência."

Retirado de " O vendedor de sonhos - O chamado". Augusto Cury. Editora Academia. Pág 214.



E de repente me dou conta da necessidade que tenho de sair do casulo. E que a ânsia de liberdade é muito maior.

2 comentários:

paulo disse...

... esse momento é belo, tão cheio de tudo. algo mai que necessário! cada coisa ao seu tempo, no tempo certo de viver!

beijos e beijos a ti

^^

anareis disse...

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